Diretor da UPA de Codó Pedro Neres será Denunciado e Processado junto ao Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA por fala Homofóbica.

Pedro Neres que no último carnaval protagonizou cenas lamentáveis ao lado de seu pai o ex prefeito CASSADO, Zé Francisco onde provocaram uma briga Generalizada e agredindo a foliões no Corredor da folia no Carnaval de Codó, além de está devidamente alcoolizado, Pedro Neres segundo relatos, estava também com efeito de várias substâncias químicas na cabeça, onde pessoas em grupo de WhatsApp comentaram do comportamento agressivo do mesmo.

As loucuras de Pedro Neres não pararam por aí, em áudio vazado nas redes sociais o Diretor da UPA de Codó, afirmou em tom Homofóbico e com a fala embasada, questionado a sexualidade do prefeito de Codó Chiquinho FC, e o deputado Estadual Francisco Nagib, mesmo ambos sendo casados e heteros, Pedro Neres não poupou palavras em seu linguajar pejorativo e preconceituoso.

Ouca:

As palavras de Pedro Neres soaram como uma agressão a liberdade de escolha sexual, onde já está sendo preparado um processo em desfavor do mesmo junto ao Conselho Nacional dos Diretos da Pessoa LGBT.

O que chama atenção da nossa redação é o silêncio do blogueiro Leonardo Alves que uma vez moveu uma ação que foi arquivada pela justiça contra o vereador Leonel Filho, agora com provas cabais o blogueiro se matem num silêncio absoluto, mostrando sua hipocrisia e que está de acordo com as palavras de quem o paga para perseguir políticos, e bancar o seu lado hipocrita em Codó.

Agora esperamos que a justiça faça jus e puna Pedro Neres por seu modo criminoso conta a classe LGBT, um crime considerando inafiançável no Brasil de acordo com a lei.

A homofobia e a transfobia são crimes inafiançáveis e imprescritíveis no Brasil desde 2019, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou os atos de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero ao crime de racismo. Apesar da criminalização, o Brasil continua entre os países mais perigosos do mundo para a comunidade LGBTQIA+, com altos índices de violência letal

 

 

 

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